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 "O espadachim de cristal", uma fanfic minha abandonada de saint seiya

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tomatrix

 





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MensagemAssunto: "O espadachim de cristal", uma fanfic minha abandonada de saint seiya   Qui Set 01, 2011 2:01 pm

Boas pessoal, andei a ver no meu pc e achei uma fanfic minha de 6 capitulos, que eu tinha começado á uns anos atrás, mas que acabei por abandonar. Deixo cá no forum paraa o pessoal que queira ler. Esta fanfic de cavaleiros do zodiaco tem uma especie de Portugues Embrazileirado porque originalmente tencionava posta-la num forum de cavaleiros do zodiaco brasileiro. E eis o primeiro capitulo:

Capitulo 1: O espadachim de cristal.

Como todos nós sabemos, a matéria, inclusive as pessoas, são constituídas por átomos. Podemos dizer que cada átomo numa pessoa pode ser visto como uma constelação. Esta é a principal teoria da “cosmo energia”. Esta energia pode levar uma pessoa a ultrapassar limites de meros mortais.
Somente certas pessoas tem a habilidade de manipular o cosmos, muitos deles são soldados dos deuses. Um exemplo que poderemos dar é, os cavaleiros de Atena, jovens guerreiros que lutam para proteger o nosso mundo. Cada de guerreiro dos deuses é representado por um totem, uma marca, por exemplo, os cavaleiros de Atena são representados pelas constelações estrelares, ou no caso dos marinas de Poseidon, são representados por criaturas e figuras mitológicas ligadas ao mar, mas esta historia não se trata de nenhum guerreiro de Deus. Como na actualidade, devido á evolução da ciência no mundo, muitas pessoas deixaram de acreditar em qualquer religião, dai o termo Ateu. O que é engraçado é que existem pessoas que despertaram o seu cosmos sem qualquer ligação divina. Algumas pessoas tornaram-se guerreiros independentes, mercenários, ou até mesmo, heróis ou vilãos solitários. Poderemos chamar estes guerreiros de “guerreiros Ateus”. Estes guerreiros não seguem nenhum líder, neste caso, Deus, sai que não contem nenhuma armadura sagrada e não contem nenhum totem, mas, como no caso das pessoas que re-descobrem a religião, estes guerreiros puderam ser vistos como futuros guerreiros divinos. Esta história é a história de um grande guerreiro Ateu, um jovem de 18 anos que viajou pelo mundo á procura de uma pessoa que perdeu. Esta é a história do espadachim de cristal, um guerreiro conhecido pelo conhecimento de varias técnicas, especialmente pela sua técnica e arma de assinatura.

Santuário de Atena, Grécia (5 meses após a batalha contra Poseidon)

Estava um dia de sol no santuário. Um indivíduo misterioso, coberto por uma capa com gorro, castanha caminha em direcção ao santuário. O que se podia ver neste indivíduo eram os seus olhos azuis tristes e a sua franja de cabelos pretos com pontas loiras. O indivíduo entra no território de Atena, como se nada fosse, até que dois seguranças aparecem á sua frente.

“Quem é você estranho? Identifique-se!” Pergunta um dos soldados rasos que guardavam o santuário.
“Sou um mero peregrino que veio visitar velhos amigos. Vim em paz.” Responde o estranho.

“ Este é o santuário de Atena! Identifique-se já ou iremos expulsa-lo daqui!” ameaçou o outro soldado.

“Já disse, sou um peregrino.” Insistiu o homem misterioso. “ Eu vim em paz.”

“Um peregrino?” diz o primeiro soldado raso. “ Então porque é que escondes a tua cara?!”. “Deves ser um invasor!” diz o outro.

Um dos soldados agarra numa lança e tenta empalar o jovem peregrino. Ele chega a acertar no peregrino até que a imagem deste desfaz-se no ar.

“Como é que?”, se interroga o soldado. “Estás á minha procura?” O soldado vira-se e acha o misterioso peregrino atrás de si.

“ Detém-no!” Grita o outro soldado. O segundo soldado corre em direcção ao peregrino, desembainhando a espada que tinha á sua cintura, tentando atacar pela frente, mas o homem misterioso dá uma cambalhota pelo ar, ficando por de traz do segundo soldado e acerta-lhe com um pontapé por detrás dos joelhos.

“Por favor, eu não vim lutar, vim somente visitar uns amigos.” Diz o homem com o rosto escondido. Os guardas estavam a ficar furiosos até chegarem reforços que circulam o peregrino.

“Estás preso!” Grita um dos soldados rasos. O peregrino observa os 16 homens que se juntaram aos seguranças de á bocado, e diz “Se é briga que querem, briga terão.”

Um soldado corre em direcção ao peregrino, a correr com uma lança, mas o peregrino esquiva-se e contra-ataca ao lançar a sua capa para cima do soldado, fazendo este cair. O peregrino revela ter cabelos pretos com pontas loiras, num penteado curto e espigado, estilo o do Cloud de final fantasy VII, olhos azuis escuros e demonstra ser alto e ter um corpo atlético, tipo Shiryu. Ele trazia vestido uma camiseta roxa e trazia, calças e casaco azuis, o casaco continha protecções de ombros roxas, estilo o colete do Kenshiro de Hokuto no ken, e trazia calçado botas roxas. Os seus punhos estavam com ligaduras, para solidifica-los. O peregrino faz um sorriso orgulhoso e diz “ Tentem o vosso melhor!”

Os soldados rasos agarram em arcos e flechas e lançam setas em direcção ao peregrino, mas este numa grande velocidade, destrói todas as flechas com os seus punhos e alguns pontapés.

“Terminemos com isto. Não vamos destruir um belo dia com sangue.” Responde o guerreiro misterioso, ao ficar numa posição de combate. Do nada, uma aura azul escura cobre o corpo do guerreiro misterioso, provocando algum choque aos soldados.

“E..Energia Cósmica?” observa um soldado assustado. “ Será um cavaleiro?”

“Sim, é o meu cosmo. Como vêem, tenho poder para executa-los a todos, mas eu não quero matar ninguém, pelo menos, ninguém hoje”. O guerreiro misterioso abre as mãos que se cobrem de luz azul e aponta para os soldados.

“FAISCA PARALIZANTE!”, grita o guerreiro ao lançar das suas mãos pequenos relâmpagos a cada soldado. Os soldados caiem após os choques, mas levantam-se facilmente.

“HAHAHA!!! Que técnica tão fraca!” goza um dos soldados. “Eu cá não sinto n… O MEU CORPO?” fica chocado outro soldado.

Na verdade, todos os soldados que se conseguiam levantar, começavam a sentir formigueiro no corpo, acabando por perder a sensibilidade do seu corpo. Todos os soldados ficam paralisados de pé.

“Na verdade, esta técnica funcionou bastante bem”, diz o guerreiro invasor com olhos fechados, com um sorriso malicioso nos seus lábios. “Esta é uma técnica atordoante. Podia ter feito o suficiente para vos ter deixado K.O., mas prefiro ver as vossas caras de parvos com a surpresa do golpe.”

“S..SEEEUUU!!!!” Tenta gritar um soldado, apesar da sua língua estar meio dormente.

“Fiquem descansados que a paralisia acaba daqui a meia hora. Como estou farto de dizer, eu vim em paz.”

“A sério?”, pergunta vinda de uma voz grossa. O peregrino vira-se a essa voz e de lá aparece um soldado raso gigante, com o mesmo tamanho do Cassius. Ele trazia nos seus braços um machado gigante.

“Grande arma. Que te a ofereceu? O papai noel?” Goza o peregrino, mas sem deixar o gigante ofendido. “ Estamos aqui para proteger o santuário de invasores como tu. Com cosmo ou sem cosmo, ninguém venceu o meu machado!”

“Então, eu serei o primeiro!” Responde o forasteiro, com um sorriso nos lábios e com um tom de desafio. O jovem com ar de 18 anos levanta o seu braço e faz arder o seu cosmos, como se fosse invocar uma técnica.

“Espada de cristal!”, grita o jovem, invocando um raio de luz cósmico azul-escuro que faz com que apareça na sua mão, uma espada medieval, pontiaguda, e ao mesmo tempo afiada, com uma ponta afiada na extremidade debaixo da sua espada, fazendo com que possa ser utilizada como punhal, e, o cabo protector parecia duas asas afiadas, que poderiam ser utilizadas como laminas cortantes. A espada brilhava devido a ser forjada em cristal puro.

“Uma espada de cristal? Que grande coisa!”, diz o soldado gigante, mas o jovem peregrino apresenta tamanha calma, respondendo, “Uma lamina de cristal consegue fazer fatias de quaisquer matérias. Observa!”

O guerreiro com a espada de cristal move-se a uma grande velocidade, não dando tempo para o soldado pestanejar. Ele fica por de traz do soldado. Ele vira-se para o soldado e dá um estalo com os seus dedos, e, pum, o machado do gigante torna-se pedacinhos e a armadura e elmo de legionário que trazia consigo, foram partidos em dois bocados cada.

“IMPOSSIVEL!!”, grita o soldado, surpreso e assustado pela velocidade do seu adversário. Do nada, ouve-se alguém a bater palmas.

“Sem dúvida, melhoraste bastante Matias.”

O jovem misterioso vira-se para essa voz e descobre um guerreiro vestido com uma armadura dourada, com chifres de carneiro em cima dos seus ombros. O guerreiro tinha ar de ter somente 20 anos de idade e tinha cabelos compridos roxos e olhos azuis. Ele tinha um ar calmo e simpático, mas tinha em si umas marcas estranhas no seu rosto: dois pontos na sua testa.

“ Mu?” Responde o peregrino chamado Matias, com um ar que conhece o cavaleiro de Áries.

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MensagemAssunto: Re: "O espadachim de cristal", uma fanfic minha abandonada de saint seiya   Sab Set 03, 2011 4:13 pm

Eis o segundo capitulo. Nota de autor, eu dei aos cavaleiros que aparecem na serie os nomes Brasileiros dos seus golpes.

Capitulo 2: velhos conhecidos

“Á quanto tempo”, responde o cavaleiro de ouro. Matias larga a espada que transforma em pó, enquanto que o soldado foge.

“Sempre é verdade, a corrupção por aqui acabou, para apareceres com a tua armadura.”, diz Matias ao contestar a presença do cavaleiro de Áries. Ele se lembra de, que no passado, quando ele era criança, o seu falecido mestre, Otelo, tinha amizades com o grande mestre do santuário. Á dez anos, Matias foi testado pelo santuário, para ver as suas capacidades de lutador.

Para testa-lo, o grande mestre Shion trouxe consigo: Shura de Capricórnio, um guerreiro popular por usar os seus membros como se fossem a lamina da lendária espada Excalibur; Aiolia, uma criança (á que lembrar que á 10 anos atrás o Aiolia teria 10 anos) com o poder de executar golpes extremamente rápidos, lembrando trovões; Mú, o seu aprendiz; e um homem misterioso com uma mascara azul e um elmo vermelho chamado Arles, o irmão adoptivo do grande mestre Shion.

Matias, apesar de ter oito anos de idade na altura, provou ter qualidade. Ele conseguiu derrotar um jovem, perto dos 15 anos de idade, apesar de demonstrar ter o poder de um cavaleiro de bronze. Matias, após derrotar o seu adversário, num pequeno coliseu, num templo subterrâneo secreto, na serra da estrela, em Portugal, vira-se ás cadeiras onde os convidados do santuário e o seu mestre, estavam a observar o treino do jovem e faz uma vénia a eles.

“Este jovem tem talento,”, responde o cavaleiro de ouro, Shura. “Conseguiu compreender a técnica do seu adversário rapidamente e contra-atacar a tempo.”

“Uma coisa que lhe ensinei, para conseguir neutralizar o adversário, ele terá de prever e conhecer os movimentos deste.”, diz o homem com 45 anos de idade, barba e cabelo comprido cinzento claro, estilo Toki de Hokuto no ken, como olhos acinzentados, chamado Otelo. Ele sorri para o seu aluno, que o saudava.

“Podemos agora, experimentar com um aprendiz dos nossos,” diz o homem de idade, cujo rosto estava escondido com uma mascara e elmo semelhante a Arles, só que o seu elmo era dourado e com uma águia em cima, ao contrario do de Arles que era vermelho com um dragão. “Aiolia, chega aqui por favor.”.

O jovem de cabelos castanhos e olhos azuis aproxima-se do homem de idade. “Sim mestre Shion?”

“Aiolia, tu serás o próximo adversário do jovem Matias.”, responde o mestre do santuário. “Sim grande mestre!”

Aiolia, vestido com uma versão miniatura da rouba que costuma usar sem armadura, só que a sua rouba estava toda verde-azulada, com luvas, botas e protecções de joelho verde escuras e a sua camiseta não continha protecções de ombros, enquanto isso, Matias trazia uma rouba de treino estilo a do Seiya, só que em azulo escuro e sem protecções dos ombros, e continha luvas castanhas. Os dois entram no ringue do coliseu, ficando em posição de combate. Aiolia produzia uma aura amarela, ainda não dourada como no presente, enquanto que Matias tinha uma aura azul, mas mais clara.

“Porque trouxe o Aiolia, um irmão?” pergunta Arles,“Ele é o irmão mais novo de Aioros de Sagitário. O mesmo Aioros que tentou matar Atena.”

“Aiolia quer tornar-se um cavaleiro de ouro para poder limpar a honra da sua família.” Responde o sábio Shion, “Alem disso, já novo, consegue fazer os seus punhos recordar os relâmpagos. O seu único problema é o seu feitio.”

Os dois elevam os seus cosmos e partem para cima de um do outro. Matias, tenta um pontapé rotativo, mas Aiolia abaixa-se a tempo. Aiolia responde com um soco de direita, mas Matias agarra no punho a tempo e contra-ataca, utilizando a força do futuro cavaleiro de leão para o derrubar.

Aiolia rebola para a direita e levanta-se. Os dois correm em direcção a um do outro e saltam em direcção frontal, para tentar acertar com um pontapé aéreo. Ambos não conseguem acertar num do outro, acabando por se deslocarem para os lados de ambos, mas conseguem fazer um pequeno golpe na bochecha de cada um. Os dois voltam ao chão, com Aiolia, tendo um golpe na bochecha direita e Matias, com o golpe na sua bochecha esquerda.

Os dois continuavam a dar trocas de socos e pontapés a velocidades fora do normal, enquanto que os adultos continuavam a conversar.

“Vê-se que Aiolia prova ser o irmão de Aioros, já novo e ultrapassa um cavaleiro de bronze em termos de velocidade.” Afirma Otelo.

“Este combate entre crianças, prova ser um combate interessante.” Diz Shura com um sorriso orgulhoso nos lábios. Aiolia concentra o seu cosmos no seu punho direito, criando uma esfera amarela de energia. “CAPSULA DO PODER!!” grita o jovem Aiolia, ao lançar um feixe de luz, não tão forte como o que ele produzirá 10 anos depois, mas suficiente para bater no ombro de Matias e cortar, não só o lado direito da sua camiseta, como também para dar-lhe uma ferida no ombro direito. Ele agarra no ombro que estava agora a sangrar.

“Ele conseguiu atingi-lo!”, diz o jovem Mú, ao ver o combate. “Não parece que termine assim sem mais nem menos, Mú” Afirma o grande mestre.

Matias vira-se para Aiolia, com um sorriso nos lábios e retira o resto da sua camiseta, depois faz com que a sua aura cósmica se acenda mais uma vez e corre em direcção a Aiolia. Aiolia junta os seus braços numa posição defensiva, mas ele acaba por ser atingido por uma imagem do seu adversário.

“Onde foi ele?!” Interrogou-se Aiolia, até virar-se para trás e ver Matias a bater com as suas pernas na parede, para dar balanço e saltar em direcção a Aiolia. Ele abre o seu punho e invoca uma espécie de pequeno turbilhão de ar com chamas que produz uma esfera de fogo. “ESTRELA FLAMEJANTE!”, Grita Matias ao empurrar a esfera em direcção a Aiolia.

Aiolia esquiva-se, dando um salto acrobático para trás. Matias salta para o chão de pé, enquanto que Aiolia corre em direcção a Matias. Ambos correm em direcção a um do outro, com o seu cosmos no máximo e passam, um do outro em forma de feixe de luz da cor das suas auras cósmicas, numa posição de soco. Os dois ficam parados de costas, até que se revela que ambos ficaram gravemente feridos e caiem para o chão.

“UM EMPATE!” grita Otelo surpreso. “Quando se colidiram, ambos trocaram vários socos a grande velocidade.” Afirma Shura mentalmente.

Na mente de Shura, ele observa os dois a acertarem vários socos, uma ao outro, acertando em certos pontos do corpo. Mú entra no ringue do coliseu e activa o seu cosmos para curar ambos. Matias desperta após levar com os golpes e visualiza um pergaminho que Shion deu ao seu mestre. Matias, mais tarde volta ao presente, após de se lembrar como conheceu Mú e Aiolia. Os dois chegam a um cemitério, onde encontram o túmulo dos cavaleiros de ouro mortos. Ele chega ao túmulo de Shura e tem mais uma recordação. Foi também na sua infância que, ele estava a treinar a produção e manipulação dos cristais. Ele durante o seu treino, conseguiu produzir uma grande estaca pontiaguda e afiada de cristal. Uma espécie de espada de cristal produzida através de sua inexperiência. Ele estava a tentar cortar uma pedra, batendo nela várias vezes, mas era em vão, ela ficava apenas com pequenas fracturas.

Do nada aparece um viajante com cabelos escuros. Ele estava a ver o garoto a treinar com a sua espada.

“Nunca mais vou conseguir cortar esta pedra.” Exclama negativamente o jovem Matias num ar negativo.

O viajante aproxima-se, revelando ser um pré adolescente de 13 anos que faz com que apareça em si uma aura cósmica dourada e aproxima-se da pedra com o seu braço direito, gritando “EXCALIBUR!”

O jovem corta a pedra vários bocados. Matias, ao ver isso, fica de boca aberta surpreso.

“Wow, é que o senhor fez isso?” Pergunta Matias, ainda surpreso.

“O poder do espadachim, vem de si próprio. Se invocares todo o poder do teu cosmos, poderás fazer uma espada de madeira ser capaz de cortar a matéria mais sólida que exista!”

Ele lembra-se de tentar mais uma vez, e mais uma vez, e mais uma vez, até que um dia, ele faz explodir o seu cosmo numa grande intensidade, transformando a sua espada numa pequena espada medieval, não tendo ainda a forma e o tamanha da sua espada de cristal actual, mas o suficiente para cortar uma pedra gigante em duas. Ele volta ao presente, observando o tumulo do falecido cavaleiro de ouro.

“Eu aperfeiçoei a minha espada, como me aconselhaste.”, diz Matias em mente. Não só a minha espada de cristal evoluiu para uma forma mais poderosa, como também eu aperfeiçoei as minhas capacidades de luta com ela.

Matias faz uma cruz de Cristo com os seus dedos para benzer, deixando o túmulo de Shura. Ele vê todos os túmulos até achar um que lhe enojou bastante.

“Mascara da morte!”, diz ele com um tom de ódio e repulsa.

continua
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MensagemAssunto: Re: "O espadachim de cristal", uma fanfic minha abandonada de saint seiya   Ter Set 06, 2011 8:45 pm

Capitulo 3: O passado no santuário.

Matias lembra-se muito bem do que se passou á cinco anos entre ele e o cavaleiro de Câncer. Ele lembra-se de que quando o seu mestre, Otelo Salgueiro morreu á cinco anos, ele foram com Shura ao santuário de Atena. Ele estava com Shura numa posição de vénia, em direcção ao grande mestre que estava sentado no seu trono, acompanhado por Arles.

“Então, este é o jovem aprendiz de Otelo Salgueiro?” perguntou o grande mestre Shin ao cavaleiro do Capricórnio.

“Sim grande mestre” responde Shura. “Este jovem tem potencial para tornar-se um cavaleiro de ouro, se é que deixa ele continuar o seu treino aqui no santuário.”

“Lembro-me bem que á 5 anos ele teve um tremendo combate de treino com Aiolia de Leão. Quais são os seus conhecimentos de combate, Matias?” pergunta o veterano da guerra santa.

Matias, ainda de cabeça para baixo e com os seus olhos fechados, responde educadamente “Eu tenho a experiência de combate ao produzir chamas e cristais grande Mestre Shion. Apesar desses conhecimentos, eu tenciono aprender mais, aliás, após o meu combate contra Aiolia, eu tenho treinado a manipulação de relâmpagos.”

“Um jovem estudante.” Responde o ancião surpreso. “A busca do conhecimento é algum importante para um cavaleiro, isto é, se ele não ficar sedento de poder.”

“Diz-nos uma coisa Matias, é verdade que utilizas uma espada de cristal?” Pergunta o homem com o elmo semelhante a Shion, Arles.

“É verdade. Esta foi uma das principais técnicas que o meu mestre me ensinou, em termos de manipulação e produção de cristais.” Responde o jovem de 13 (na altura).

“Que eu me lembre, Atena proíbe o uso de armas entre os seus cavaleiros” Diz Arles, referindo á técnica de Matias.

“Sobre esta técnica, eu só a utilizo para necessidade de combate de armas, mas se o meu adversário estiver desarmado, eu lutarei sempre sem qualquer arma. Digamos que uma das coisas que aprendi com o meu falecido mestre, é que devemos manter a honra no combate.” Esclarece Matias numa maneira serena.

“O que dizes sobre isto, meu irmão?” pergunta Arles a Shion. Shion observa atentamente Matias, e depois de pensar, ele diz “Um grande amigo meu, Otelo Salgueiro, criou uma criança como se fosse seu filho e ensinou-lhe tudo o que soube. Sendo um grande amigo meu, eu confiei-lhe um pergaminho do santuário para descodificar, o mesmo que ele deixou contigo antes de morrer Matias.”

Matias fica surpreso pelo que o homem com trajes de Papa acabou de dizer. Com a sua surpresa, ele abre os olhos, e vira-se com um ar surpreso a Shion. “C .. como é que sabe que o meu mestre deixou-me como herança o pergaminho?”

Com um sorriso escondido pela sua mascara, o grande mestre responde “Digamos que tenho também os meus conhecimentos, sendo um deles a telepatia. O teu mestre antes de morrer, deu-te o pergaminho que eu lhe entreguei para traduzir á 5 anos. Para honrar o teu mestre, eu darei a ti a responsabilidade de protegeres esse pergaminho, e um dia traduzi-lo.”

“Sim, grande mestre.” Responde Matias. “Enquanto isso, poderás ficar no santuário e treinar para te tornares um cavaleiro de Atena. Shura te irá guiar pelo santuário.” Diz o grande mestre.

Matias acabou por morar na casa dos aprendizes de cavaleiro. Durante o seu tempo no santuário, ele acabou por aprender técnicas que nunca tinha visto na vida. Em termos pessoais, fez amizades com vários aprendizes de cavaleiro e com vários cavaleiros de Atena, como por exemplo: os já conhecidos da sua infância, Mú de Áries e Aiolia de Leão; o seu compatriota da península Ibérica e ídolo, Shura de Capricórnio; o simpático e amigável gigante Brasileiro, Aldebaran de Touro, o único cavaleiro que costuma conversar com ele em Português; a sabia e misteriosa Marin de águia e o seu, ingénuo mas corajoso aluno Seiya; entre outros. Com o passar do tempo, quase um ano no santuario, Matias ganha licença para entrar em missões com cavaleiros de Atena, servindo o papel de escudeiro que iria aprendendo, assistindo ás missões dos cavaleiros.

Com o tempo, ele sentia-se cada vez mais decidido a se tornar um cavaleiro de Atena, até que um dia, o grande mestre lhe deu uma missão.

“Matias, tu que já tens experiência de combate, apesar de ainda não seres um cavaleiro, vou dar-te uma missão, sabes o que são guerreiros Ateus.” Diz o grande mestre.

“Guerreiros Ateus?” pergunta Matias, “O que sei, são guerreiros manipuladores do cosmos que não seguem deuses nenhuns.”

“Exacto. Como sabes, existem grupos de guerreiros Ateus. Alguns fazem actividades incorrectas” Esclarece Shion. “Temos informações de um grupo desconhecido chamado “a ordem dos imortais”. Temos informações que eles estão numa aldeia, em Eubeia.”

“Certo, e o que tenho de fazer com este grupo?” Pergunta o jovem aprendiz.

“Como disse á pouco, não sabemos nada deste grupo, só temos indícios que existe alguns sinais de cosmo energia na aldeia. O que queremos é que descubras o que é a ordem dos imortais e o que andam a fazer.”

“Certo.” Diz Matias com um sorriso nos lábios. “Então, tenho que investigar a aldeia, certo?”

“Correcto” Responde o Grande mestre.

Matias parte num navio, em direcção a Eubeia. Ele chega á aldeia, que o deixa surpreso. A população na aldeia não parece ser agressiva, para ser mais correcto, a aldeia parecia somente ter como população, mulheres e crianças. Ele corre a aldeia toda, á procura dos mercenários, mas o que acha são mães a tomar conta de crianças, e em termos de homens, havia apenas mercadores, caçadores e agricultores, nada de verdadeiros guerreiros. Ele tenta achar algumas leituras cósmicas, mas acaba por não sentir nada. Ele fica alojado numa estalagem, onde procura por mais indícios da ordem dos imortais, até que descobre um contacto na taberna da estalagem, que o leva a uma cabana, no exterior da aldeia.
Ele chega lá e encontra-se com um homem de meia idade, com aparência de 70 anos de idade, um pouco gordo, barbudo e careca.

“O que queres?” pergunta o homem, Matias responde “ Ando á procura da ordem dos imortais.”

“A ordem dos imortais? O que queres dela?” Pergunta o homem.

“Sabe como é, o desemprego é uma desgraça, e é claro, ando á procura de algo para fazer, com os meus talentos”. Diz Matias, num tom arrogante.

“ E o que é que sabes da ordem dos imortais?” Pergunta o homem. “Pelo que ouvi falar, devem necessitar de grandes guerreiros. Grandes guerreiros com mestria no cosmos.” Responde Matias.

O homem vira-se para Matias com um ar sério, até que começa a rir-se.

“Desculpe-me, mas qual é a graça?” Pergunta Matias sem compreender.

“Nada, nada, é que a ordem dos imortais não é um grupo de mercenários, ou algum grupo de guerreiros.” Responde o homem com um sorriso.

“Como assim?” Pergunta Matias, surpreso.

“Entra, que eu explico-te meu jovem.” Convida o homem a entrar. O homem guia Matias a umas escadas por dentro da cabana, até chegar a uma espécie de laboratório. Lá ele acha dois cientistas a analisar umas crianças. Algo o surpreende nas crianças.

“Estas crianças parece terem leituras de energia cósmica.” Disse ele mentalmente.

Uma das crianças, uma menina, com quatro ou cinco aninhos, de olhos verdes e cabelos louros encaracolados, agarrada ao seu coelho de pelúcia, corre em direcção ao homem.

“Vóvó, quem é esse senhor?” pergunta a menina ao apontar a Matias.

“Eu sou o Matias, e tu como te chamas?” pergunta Matias, num tom carinhoso para crianças.

“Anne.” Responde a menina, timidamente.

“O jovem queria saber o que é a ordem dos Imortais, e aqui está ela. É um grupo científico que pesquisa a cosmo energia nas pessoas.” Responde o homem. “Eu sou Edgar Arquimedes e esta é a minha neta, Anne.”

“Quer dizer que está a investigar a cosmo energia nas crianças? Como se nenhuma delas tem treino necessário para a desencadear?” Pergunta Matias, Arquimedes responde “ Bem, eu comecei esta pesquisa, ao imigrar para Eubeia. Ao chegar a esta aldeia, descobri que havia pessoas que em raros momentos produziam uma espécie de energia atómica. Ao ver esses fenómenos, eu pesquisei na mitologia grega, até descobrir que no passado, existiram guerreiros antigos que adquiriam forças através das estrelas.” Diz o cientista.

“Os cavaleiros de Atena!” diz Matias surpreso.

“Como assim, os cavaleiros de Atena?” pergunta o professor Arquimedes.

“Os cavaleiros de Atena são guerreiros cuja força vem das constelações estrelares.” Explica Matias.

“Estás falar dos guerreiros que tinham o poder de estrelas cadentes nos seus punhos? “ Pergunta Arquimedes. “ Pelo que sei, esses guerreiros também eram conhecidos como santos que faziam milagres.”

“É verdade, eu venho do santuário.” Responde Matias. “ Tenho uma curiosidade, porque é que investiga o cosmos?”

“Porque acredito que possa servir para o bem da humanidade. Acredito que possa levar ao próximo passo da evolução humana.” Responde o cientista. “O nome, a ordem dos imortais foi dado porque com as nossas pesquisas, descobrimos que a cosmo energia pode ajudar o ser humano comum a aumentar a sua esperança de vida. Podemos estar a achar o remédio para doenças, ou mesmo a achar mais uns mistérios da vida.”

“Essa pesquisa é interessante, mas acho que vocês tem um problema.” Diz Matias.

“Um problema? Qual?” Pergunta um dos cientistas que se aproximou de Matias.

“Vocês nunca viram a energia cósmica no seu esplendor.”

Matias acende o seu cosmo e invoca uma aura de energia gigante, de cor azul. Os cientistas ficam surpresos por ver tamanha energia num mero mortal. Anne aproxima-se de Matias, num tom de curiosidade.

“Não Anne!!” Grita o professor Arquimedes, temendo que possa fazer mal á sua neta. “Não se preocupe professor. Quando uma pessoa tem contacto corporal com alguém que tenha activado o seu cosmo, só sentirá o seu calor.”

A menina aproxima-se de Matias, que a levanta. Ela sente uma espécie de conforto e diz “ Quentinho.” E adormece nos braços de Matias.

“Interessante. Se ao menos pudesse contar com a sua ajuda para esta pesquisa meu jovem.”. Pergunta Arquimedes, com um ar cheio de fascínio e curiosidade.

“Bem, vou ver o que posso fazer.”

Então Matias passou mais um tempo na aldeia, ajudando a ordem dos imortais nas suas pesquisas, levando-o a conhecer melhor o cosmo. Ele acabou por mudar-se para a casa do professor e de Anne. Ele acabou por se simpatizar com as pessoas da aldeia, ficando com a ideia de ficar lá e continuar o seu treino. Ele passou lá um tempo agradável, mas como se pode esperar, o bom tempo termina, dando início á tempestade.

Continua
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MensagemAssunto: Re: "O espadachim de cristal", uma fanfic minha abandonada de saint seiya   Seg Set 12, 2011 6:29 pm

Capitulo 4: Corrupção

Matias chegou a escrever cartas de relatório para o santuário. Nessas cartas ele contou todas as análises e resultados da investigação científica. As informações que davam eram sempre positivas, mas infelizmente, ele nunca foi capaz de impedir a tragédia.

No santuário, Arles, o misterioso irmão adoptivo de Shion estava a tomar conta do santuário, enquanto que o ancião estava a recuperar de uma doença. Ele chega a ler as cartas de Matias, discutindo com um individuo que se escondia nas sombras.

“Andam a descobrir os segredos do cosmos.” Diz o grande mestre substituto. “ Este acto é uma afronta contra os deuses!”

O homem misterioso aproxima-se um bocado, revelando estar vestido de uma armadura dourada, continuando com o seu rosto escondido na escuridão. “ Será melhor acabar-mos com os cientistas?”

“Sim, este projecto tem de acabar.” Diz Arles com um tom de voz mais obscuro. “ Mas não bastará eliminar os cientistas.”

“Então você quer que eu extermine a aldeia toda?” Diz o homem misterioso, deixando a revelar-se os seus olhos negros como as trevas, numa forma psicopata, e com um sorriso obscuro que fazia os seus dentes parecerem presas de um lobo esfomeado.

“É melhor, porque se uma população inteira de uma aldeia conseguir despertar o seu cosmo, poderemos estar sujeito a uma invasão em grande escala. Só a ti consigo confiar esta missão, Máscara da Morte de Câncer!”

Depois das palavras de Arles, o misterioso individuo é completamente revelado ser um cavaleiro de ouro, cujo elmo em forma de tiara, ou mascara se preferirem, tinha uma jóia vermelha no seu centro e tinha a forma de patas de caranguejo. O cavaleiro de ouro tinha cabelos negros e um ar de um homem que já matou centenas de pessoas. Ele faz uma vénia a Arles, dizendo “ Agradeço a sua confiança mestre Arles. Partirei imediatamente.”

Mascara da Morte parte, deixando Arles sozinho. Do nada, Arles sente uma dor de cabeça, fazendo-o quase cair no chão. Ele fica de joelhos, agarrando a sua cabeça dorida, até ouvir uma voz. “ Vais deixar que Mascara da Morte execute uma população inteira de gente inocente? Não leste o que Matias escreveu nos seus relatórios? Estas pessoas são pacificas! Elas estudam o cosmo para objectivos pacíficos!” Grita uma versão bondosa da voz de Arles num tom furioso.

“TU! TU OUTRA VEZ! NÃO VEZ QUE O COSMOS É UM SEGREDO DOS DEUSES E DOS SEUS SEGUIDORES! SE ESTAS PESSOAS DESCOBRIREM ESTES SEGREDOS, PODEMOS LEVAR O MUNDO AO CAOS E Á DESORDEM?!”, grita Arles, como se estivesse a discutir consigo.

“Então e Matias? Vais deixar morrer um futuro grande cavaleiro de Atena? Já executaste Aioros, e agora, queres executar um jovem com potencial? Até a mim admira o facto de não quereres manipula-lo, como tens feito com Shion e os outros cavaleiros de Atena.” Responde esta suposta versão boa de Arles, numa espécie de sermão.

Arles levanta-se e com um tom de voz agressivo, ele diz “ Está bem, eu pedirei a um cavaleiro para buscar Matias, mas se ele não cooperar, eu farei o que me apetecer com ele, ouviste!?”

Um raio de luz bate em Arles, fazendo-o revelar uma sombra que tinha, no lado direito uma asa de anjo e no lado esquerdo uma asa de demónio. Devido ao facto da voz bondosa ter desaparecido, a asa de anjo do lado direito torna-se uma asa de demónio, a seguir, as asas desaparecem, dando um ar mais calmo ao misterioso Arles.

Enquanto isso, Matias dirige-se a uma enorme macieira com quatro cestas. Ele junta os seus braços numa posição de X, com as suas mãos abertas e dedos afastados, fechando os seus olhos. Nos espaços entre os dedos aparecem raios de luz, a seguir, ele abre os seus olhos, observando as maças na arvore, ele separa os braços e move-os rapidamente, para lançar algo, gritando “ DARDOS DE CRISTAL!”, lançando os raios de luz, convertidos em bocados de cristal, finos mas afiados, acertando nos vales que prendiam as maças aos ramos. Ele rapidamente agarra nos cestos e apanha todas as maças da macieira.

“A minha pontaria melhorou.” Responde mentalmente Matias com um sorriso nos seus lábios. “Esta nova técnica vai ser uma grande valia no futuro, já que ninguém se lembrou de lançar dardos de cristal afiados.”

Matias, agarra nos cestos e dirige-se para a aldeia. No seu caminho, ouve gritos de alguém. Ele larga as cestas e corre em direcção, de onde ouve os gritos. Ele chega até a um moinho, no exterior da aldeia, onde encontrou um homem de idade a ser agredido por cinco homens vestidos como legionários.

“Por favor, não me façam mal! Eu sou um mero moleiro!” Grita o homem, num estado de desespero, mas os soldados, o empurram ao chão e agarram numa lança pronta para executar o pobre homem. Dois deles estavam a agarrar um garoto de 10 anos, que gritava “VOVO!!!”

Dois dos soldados pisavam o moleiro, deixando-o a sangrar bastante da sua boca. O soldado com a lança, aponta-a ao velho, gritando “MORRE!”, até que num clarão de, a lança é retalhada em duas e o homem e o seu neto desaparecem, revelando atrás deles, um jovem com cabelos pretos e loiros, agarrando o garoto com o seu braço direito, e o velho com o seu braço esquerdo. No seu punho direito, podia-se ver uma metade da lança.

“Quem são vocês!?” Pergunta Matias, com um ar sério aos soldados que atacaram o velho moleiro., um dos soldados diz “Viemos do santuário, com a missão de executar esta aldeia!” apontando á aldeia do professor Arquimedes. Matias larga o homem e o garoto e encara os soldados dizendo, “Do santuário? Não digam mentiras, eu mandei cartas ao santuário a avisar que esta aldeia era pacifica!”

“O santuário deu ordem para executar toda a população desta aldeia, devido ao facto de investigarem o segredo milenar da cosmo energia!” responde um soldado, enquanto que outro diz “ Esta aldeia vai ser executada por praticar blasfémias!”

“Se querem acabar com esta aldeia, terão de passar pelo meu cadáver!” Grita Matias entrando em posição de combate. Os cinco soldados cercam o jovem aprendiz, mas Matias, provando a sua velocidade, vira-se ao primeiro, acertando uma cotovelada rotativa; ao segundo, acerta-lhe com um pontapé rotativo; o terceiro tenta saltar para cima de Matias, mas Matias acerta com uma joelhada aérea, no queixo do seu adversário. Os dois últimos soldados, dirigem-se a Matias por ambos os lados, mas Matias utiliza a sua agilidade para se esquivar, levando os dois soldados a baterem um no outro.

“ Que o grande mestre vos castigue por pensarem em tal atrocidade!”. Do nada, Matias sente três presenças. Do nada, no ar, varias flechas são lançadas em direcção a ele, mas este esquiva-se, saltando para a direita. Matias, num acto de emergência, vira-se ao homem de idade e á criança, gritando “FUJAM!!!”

O homem vai correndo com o seu neto, mas, dos nada, dois discos passam pelo pescoço do homem, cortando a sua cabeça.

“VOVÔ!”, grita a criança ao ver o triste final do seu avô, chorando desesperadamente. Matias viu aquilo com um ar chocado e de repugnância. Enquanto que o garoto chorava, uma corrente com uma bola de metal ia em direcção ao garoto, mas Matias, invocando o seu cosmos, corre em direcção ao garoto e agarra nele, a tempo de esquivar-se da bola metálica. Do nada, Matias repara em três leituras de energia cósmica. É revelado um homem com cabelos vermelhos, vestido de uma armadura acastanhada, trazendo consigo discos afiados apresentando-se como, ”eu sou capela de Auriuga”a seguir, aparece outro homem vestido com uma armadura preta que trazia umas correntes com bolas de metal pretas com espinhos, semelhantes a maços de guerra medievais, apresentando-se como “ Eu sou Dante de Cérebro”, e por fim, um homem com armadura azul e com um elmo que parecia uma lamina, que responde “ e eu sou Tremy de sagita, e somos cavaleiros de prata enviados com o objectivo de executar a população desta aldeia.”. Matias fica chocado a ver quem são os seus atacantes.

“Mas, mas vocês são cavaleiros de Atena! Como é que podem fazer uma coisa destas!”, Capela responde “Por isso mesmo, em nome da justiça temos a missão de proteger a humanidade de não sucumbir á tentação de descobrir poderes quase divinos.”

“Mas vão sacrificar vidas inocentes por isso?!” Pergunta Matias com um tom de voz agressivo. “Um dos objectivos dos cavaleiros de Atena é o de proteger os mais fracos!”

“Seja como for, estas foram ordens do santuário. Também, se certas vidas terão de ser acabadas para um bem melhor, que seja!” Grita Dante, deixando Matias mais furioso.

Tremy vira-se a Matias, dizendo “ Se és um aprendiz de cavaleiro, então porque é que proteges estes blasfemos? Junta-te a nós.”. Matias fica em silencio por um bocado, até que se vira para os cavaleiros de prata, dizendo “ Nunca! Estas pessoas foram simpáticas comigo. Se terei de lutar contra vocês, lutarei!”. Com este grito, Matias acende o seu cosmos, preparando-se para lutar. Os cavaleiros de prata acendem também os seus respectivos cosmos, saltando em direcção a ele, gritando “ SE É ISSO QUE QUERES, MORRE!”

Tremy aponta com o seu braço direito em Matias, lançando várias flechas em direcção dele, mas Matias salta para a esquerda, para se esquivar, levando com uma bola de metal lançada por Dante, na sua barriga. Matias acaba por cuspir saliva após o golpe, mas levanta-se.

Capela agarra nos seus discos e arremessa-os em direcção a Matias, mas este abaixa-se, esquivando dois, mas eles viram-se, dando um looping, para cair por baixo, em direcção ao pescoço de Matias, mas Matias rapidamente rebola para a direita, fazendo com que os discos falhassem. Matias levanta-se rapidamente, ficando em posição de combate.

“Nada mau,” diz Dante surpreso pela capacidade técnica do jovem Português, “mas mesmo assim, para que servirá enfrentar cavaleiros de Atena sem armadura, se o teu corpo poderá sofrer vários danos?”. Matias ouve o cavaleiro de Cerberus, dando uma pequena gargalhada responde, “ Porque ao contrario de vocês, eu … não … me escondo em …..ARMADURAS!”

Matias corre em direcção a Dante, abrindo o seu punho direito, ele produz uma esfera de fogo. Ele salta e lança a bola de fogo, gritando, “ ESTRELA FLAMEJANTE!”, enquanto que Dante de cerberus agarra na corrente do seu braço direito e lança a em direcção á bola de fogo, gritando “ Bolas de aço!”. As doas bolas batem uma na outra, produzindo uma explosão no ar que faz com que a corrente sela lançada para trás, enquanto que Matias dá uma cambalhota para a frente, na tentativa de acertar com um pontapé machado aéreo, mas Dante defende com as suas mãos. Enquanto isso, por detrás de Dante, Capella aparece e salta pelos ombros de Cerberus, para acertar com um pontapé aéreo na cara de Matias.

Matias é lançado pelo ar, até que Tremy corre em direcção a Matias, para acertar-lhe com uma clothesline (golpe de luta livre que consiste em dar um golpe com o braço, em vez do punho no pescoço dos adversários), no pescoço de Matias, assim que este se ia levantar, fazendo com quem Matias dê uma cambalhota pelo ar devido á força e velocidade do golpe. Matias se levanta, limpando a sua boca suja de sangue, pensando em uma estratégia para derrotar os três cavaleiros de prata.

“O que é que eu posso fazer? Eles tem a vantagem do numero .. espera, é isso!” Matias depois pensar a sua estratégia, corre em direcção a Capella, mas este prepara-se para lançar mais um dos seus discos. “Imbecil, eu tenho-te na mira! ATAQUE DE DISCOS!”

Os discos batem em Matias, mas para surpresa do cavaleiro de Auriuga, os discos acertam uma ilusão óptica, indo em direcção a Dante que se esquiva, saltando para trás.

“O que?! Grita Capella por ter falhado o seu golpe, até que aparece Matias que o empurra com um braço pescoço, pelo seu lado esquerdo a correr, para saltar em posição sentada, fazendo este bater com a cara no chão (Nota de autor: Para terem uma ideia que golpe é este, procurem bulldog nos golpes de luta livre).

“Eu conheço esse truque!” Grita Tremy, ao lançar mais flechas do seu braço, mas o Matias que acerta é mais uma ilusão, levando a que Capella leve com duas flechas cósmicas no seu braço esquerdo.

“ TREMY, SEU IMBECIL!” Grita Capela de Auriuga furioso com o golpe falhado do seu aliado, mas do nada aparece Matias no lado direito Tremy de sagita, para acertar-lhe com um punho rápido na bochecha. Tremy acaba por ir ao chão.

Dante levanta-se e corre em direcção a Matias, com as suas bolas de aço, prontas para acertar nele, mas Matias faz mais uma vez a sua técnica de desdobramento de imagem, fazendo com que Dante acerte com as suas bolas de aço em Tremy que se levantava.

“TREMY!!” grita Dante ao ver que acidentalmente atingiu o seu colega. Matias reaparece em frente de Dante e acerta-lhe com vários socos. Devido á sua velocidade, parecia que tinha oito braços. Para terminar, Matias acerta com um uppercutt, seguido de um roundhouse kick de direita. Matias conseguiu vencer os três cavaleiros de prata, mas do nada uma grande manifestação de energia cósmica aparece, produzindo um raio de luz que atinge o ombro esquerdo do jovem aprendiz, fazendo com que a protecção do seu ombro salta-se da sua camiseta.

“QUEM ESTÁ AI!?”, grita Matias, agarrando o seu ombro direito, á espera de quem o atacou, até que uma aura de energia dourada aparece, nessa aura aparece um cavaleiro com uma armadura dourada, trazendo uma capa branca. Este cavaleiro fazia aparecer atrás de si a imagem de um caranguejo dourado.

“Um cavaleiro de ouro!”, grita Matias em choque.

“Exacto, eu sou Mascara da Morte de Câncer, e vim cumprir a minha missão!” Diz o cavaleiro, com um ar cruel e obscuro.

“Não te deixarei tocar em nenhum cabelo dos aldeões! Não me importa que sejas um cavaleiro de prata, ou de ouro!”, grita Matias pronto para combater.

“Mascara da morte, nós tratamos dele!”, grita Dante a levantar-se, ao mesmo tempo que os outros dois cavaleiros de prata.

“Se é assim, tratem dele porque não tenho tempo para aturar aprendizes rebeldes.” Diz, Mascara da Morte, abandonando o campo de batalha. Matias corre em direcção do cavaleiro de Câncer, mas ele acaba por levar com uma bola de aço nas costas.

“Primeiro terás de nos vencer!” Grita Tremy, ao mesmo tempo que os cavaleiros de prata invocam os seus cosmos nos seus máximos, fazendo com que apareça a imagem das suas respectivas constelações.

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MensagemAssunto: Re: "O espadachim de cristal", uma fanfic minha abandonada de saint seiya   Ter Set 13, 2011 10:52 pm

Capitulo 5: Holocausto

Matias levanta-se lentamente, com as suas mãos nas costas doridas. Matias tenta correr de novo em direcção a Máscara da Morte, mas Capella lança um disco na sua direcção, fazendo com que Matias salta-se para se esquivar. Enquanto ele se esquivava, Tremy acerta com uma flecha cósmica das suas no braço esquerdo do jovem.

Enquanto Matias retirava a flecha do seu braço, Capella aproxima-se dele, com um disco na sua mão e prepara-se para acertar nele, gritando “disco tomahawk!” (Nota de autor: Tomahawk são os pequenos machados utilizados pelos índios americanos), acertando com um golpe cortante no tórax de Matias. Matias volta ao chão furioso e nervoso pelo facto de não estar a conseguir alcançar Mascara da Morte.

“Se vocês são verdadeiros cavaleiros de Atena, vocês deviam estar a salvar aquelas pessoas em vez de estarem a lutar comigo!” Grita Matias num gesto de raiva, “Como é que podem pensar em assassinar gente inocente?!”

“Nós somos bons soldados, dai que temos que ser leais aos nossos líderes!” Diz Dante, com um sorriso malicioso. “ Não importa quem seja que morra, se esta for a vontade de Atena e do Santuário!”.

Matias fica chocado ao ouvir o cavaleiro de Cerberus. Ele sempre viu os cavaleiros de Atena como herois que lutavam pela paz e pela justiça, mas o que acabou por ver são assassinos que nem se quer se importam em julgar as suas vítimas. Ele abaixa a sua cabeça, ficando num estado silencioso sem saber o que mais fazer. Dante aproxima-se de Matias e prepara-se para lançar mais uma vez as suas correntes como kunais em forma de maços medievais.

“Bolas de aço!”, grita o cavaleiro de prata, preparando-se para lançar a sua técnica mais uma vez. Matias mantêm-se quieto e silencioso, não ligando ao golpe do seu adversário até que …… ele levanta a sua cabeça, revelando um rosto determinado e agarra nas bolas de aço, pelas correntes e entra num combate de forças com Dante.

“IDIOTA, PORQUE É QUE LUTAS?!” Grita Dante furioso pelo facto de Matias continuar. “Porque ao contrario de vocês, eu luto por aquilo que acredito e o que acredito é que justiça será feita se a vida dos aldeões for salva!” Diz Matias, puxando as correntes com toda a sua força e determinação. A sua aura cósmica ardia numa intensidade grandiosa.

Dante cada vez mais estava a perder o duelo de forças, até que Capella se aproxima dele prepara-se para lançar um dos seus discos. Matias dá um salto, no preciso momento que Capella lança dois discos, as correntes são cortadas. Matias salta para traz, dando um mortal com as correntes nos seus braços.

“Capella, seu imbecil, olha o que fizeste!” Grita mais uma vez o cavaleiro de Cerberus, furioso. Matias dá uma gargalhada ao ver a discussão.

“De que é que te ris?” Pergunta Dante. “Simples, porque sem as tuas armas, tua não és nada.”

Matias agarra nas correntes e começa a move-las, como se fossem nunchakus, e corre em direcção a Capella. Matias faz com que com a sua velocidade pareça que tenha seis braços e grita “BOLAS DE AÇO!” acertando varias boladas numa espécie de cruzamento de meteoros de pegasus feitos por dois punhos em vez de um com corrente de andromeda. Capella tenta ripostar com os seus discos, mas as suas bolas de aço destroem o disco e agridem o cavaleiro de prata como se este estivesse a levar com o meteoro de pegasus. Capella cai no chão, cheio de marcas de esferas e de fracturas na sua armadura em forma de círculos, todo desmaiado.

Dante olha para Matias, num misto de choque e raiva, gritando “COMO OUSAS UTILIZAR A MINHA TECNICA!?” Matias com um sorriso orgulhoso diz, “ Talvez não me conheças, mas eu tenho a habilidade de aprender, imitar e até mesmo melhorar as técnicas dos meus adversários. Devias ficar feliz, transformei a tua técnica ridícula numa decente.”

Matias cruza os seus braços e empurra as duas bolas de aço em direcção a Dante, acertando-lhe na barriga, deixando-o nocauteado. Tremy observa a queda dos seus adversários e num acto de raiva, ele corre em direcção a Matias, tentando acertar com um soco de direita, mas Matias esquiva-se, ao dobrar-se para a esquerda.

“Pensas que consegues vencer-me? Estás completamente enganado!” Grita Tremy, saltando pelo ar para lançar varias flechas cósmicas em direcção a Matias. Matias salta em direcção a Tremy, gritando, “Está na hora de terminarmos isto!”

Matias passa por umas flechas que dão-lhe uns quantos cortes: uma na bochecha direita, outra nos braços esquerdo, entre outras, até que Matias faz aparecer uns raios de luz nas suas que se transformam em dardos de cristal afiados, para acertar em Tremy com uma nova técnica, gritando “DARDOS DE CRISTAL!”. Ele consegue acertar com um dardo na perna esquerda, braço direito, ombro esquerdo e passa com dois dardos, um por cada bochecha de Tremy. Para terminar, ele dá uma cambalhota para traz, acertando com um pontapé no queixo de Tremy, derrotando-o.

“Agora, atrás de Mascara da Morte!” diz ele.

Enquanto Matias, dirigia-se ao cavaleiro de ouro. Máscara da Morte estava já perto da aldeia, com um sorriso sádico.

“Esta aldeia, é um bom sítio para testar a minha técnica nova.” Diz o cavaleiro de Câncer, num tom sombrio. Matias vai a correr, num tom desesperado, gritando “ESPERA MASCARA DA MORTE!”

Mas quando ele tentava alcançar a aldeia e o cavaleiro de ouro, três indivíduos gravemente feridos saltam para cima dele, deixando-o no chão.

“Pensavas que conseguias derrotar cavaleiros de Atena assim sem mais nem menos?” diz Tremy, todo coberto de sangue.

“LARGUEM-ME!”, grita Matias, cheio de raiva e de desespero.

Máscara da morte abaixa o seu braço esquerdo e levanta o seu direito, até que vira-os numa posição de cruz e juntar os seus punhos numa posição de mazenko e levanta-os para apontar para o seu. Do nada uma esfera de luz verde forma-se. A esfera de energia fazia parecer a imagem de caveiras e demónios. Matias viu a técnica a ser produzida, levando a que ele juntar a sua raiva com as suas restantes forças, mais o seu cosmos que se acende com um nível maior de intensidade, combinado com a sua adrenalina, ajudando-o a levantar-se e a livrar-se dos cavaleiros de prata.

Matias correm em direcção a Máscara da Morte, mas é tarde de mais, o cavaleiro de câncer grita “PULSAR DA MORTE!”, levando a que ele lance várias bolas de energia verde, em forma de caveiras, em direcção á aldeia. A aldeia é bombardeada com a técnica, levando a que esta sofra uma explosão de energia. Felizmente, essa energia não destruiu ela, mas infelizmente, a radiação produzida pela técnica fazia as pessoas morrerem automaticamente, Matias leva com o impulso da explosão, que o derruba.

A explosão acaba, levando a que a radiação verde que contaminava a aldeia desaparece-se. Matias levanta-se e corre em direcção á aldeia, mas o que ele vê são imagens que dão vontade de vomitar ás pessoas mais sensíveis.

As pessoas estavam todas mortas, sem sinal nenhum de agressão. Era como se morressem automaticamente. Matias olhava para este holocausto com um ar de terror e náuseas. Ele correu em direcção á casa do professor Arquimedes, vendo pelo caminho, cadáveres de homens, mulheres e até mesmo crianças. Ele entra na casa, gritando desesperadamente “PROFESSOR! ANNE!”, até achar a menina, agarrada ao seu urso de pelúcia, deitada sem vida. Ele olha para ela aterrorizado e abraça o pequeno cadáver, caindo em lágrimas.

“PERDOEM-ME! PERDOEM-ME!”. No seu coração existiam sentimentos de tristeza, de raiva, de culpa por não ter conseguido salva-los a todos. Ele mete a menina na sua cama e tapa-a toda, até o seu rosto com o seu cobertor. Matias fecha os seus olhos e seca as suas lágrimas, mudando para um rosto cheio de raiva e ódio. Na sua mente só via uma coisa: “Ele vai me paga-las.” Matias corre para fora da casa do professor e dirige-se ao centro da cidade onde encontra o assassino com um sorriso frio.

“ASSASSINO!”, grita Matias em direcção a Mascara da morte, com um punho pronto para acertar com um soco no jovem, mas Mascara da morte agarra no punho a tempo.

“ Parece que ainda tenho uma vítima por eliminar.” Diz o sádico Mascara da Morte. Matias, num acto de raiva, tenta acertar com um pontapé rotativo com a sua perna direita, mas o cavaleiro dourado defende-se com o seu braço direito. Máscara da Morte agarra no pescoço de Matias e levanta-o, a seguir, ele desata a correr e arremessa-o até a um balcão de mercado.

“Tss, desde quando é que um aprendiz tem hipóteses contra um cavaleiro de ouro?” Diz Máscara da morte, com um ar arrogante e com os seus braços cruzados. Ele vira-se para traz, até que ele sente algo que o surpreende.

“Que cosmo energia é esta?”, interroga-se Câncer, até que um feixe de luz azul-escuro atinge o seu rosto, fazendo-o cair e deixar cair o seu elmo. O feixe de luz veio do balcão destruído, relevando ser Matias, cheio de feridas e com um ar furioso. Os seus olhos azuis, que costumam ser pacíficos, mudaram de forma, fazendo lembrar os de um demónio.

“Será possível, que ele tenha alcançado o sétimo sentido?” Interroga-se Mascara da Morte, agarrando o seu rosto, ao sentir a enorme energia vinda de Matias.

“Máscara da Morte, vais pagar pelos teus pecados!” Grita Matias, fazendo o seu cosmo arder com uma força incrível. “Pagar pelos meus pecados? Não me faças rir!” Máscara da Morte levanta-se, fazendo aparecer a sua aura cósmica dourada que arde também numa enorme intensidade.

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MensagemAssunto: Re: "O espadachim de cristal", uma fanfic minha abandonada de saint seiya   Qui Set 15, 2011 6:31 pm

Tens bastante jeito, acho que deves continuar a criar historias, e acho que deves arranjar alguem para fazer uma banda-desenhada contigo ou seja tu fazes a historia e ele os desenhos ^^

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MensagemAssunto: Re: "O espadachim de cristal", uma fanfic minha abandonada de saint seiya   Qui Set 15, 2011 6:41 pm

Capitulo 6: Adeus Santuário

As auras cósmicas dos dois ardiam tanto que lançavam faíscas umas contra as outras. Os dois do nada começam a correr á volta de um do outro, produzindo um pequeno furacão devido á velocidade.

Desse furacão, duas silhuetas em forma de rajada de energia batem numa da outra, produzindo uma faísca. As duas faíscas voltam para o chão, revelando ser Matias e Máscara da morte em posição de combate.

Os dois voltam a correr, ganhando de novo forma de faíscas, saltando pelas casas numa velocidade difícil de acompanhar a olho nu. Os dois embatem mais uma vez pelo ar, voltando a pousar no chão. Matias agarra no seu ombro direito, com um ar de dor, enquanto que Máscara da Morte vira-se para ele com um sorriso malicioso.

“Podes estar próximo de um cavaleiro de ouro mas de uma maneira ou de outra, o teu corpo não resistirá os meus golpes sem uma boa armadura que o proteja.” Diz Máscara da Morte com um ar arrogante. Matias vira-se para Máscara da morte e encara o cavaleiro de ouro com raiva, largando o seu ombro dorido, ele corre em direcção ao cavaleiro de ouro e tenta acertar-lhe com um soco de direita, mas Máscara da Morte desvia-se para a esquerda.

Depois, ele tenta um pontapé rotativo com a sua perna esquerda, mas o cavaleiro de Câncer defende-se com o seu braço esquerdo. Matias tenta dar uma cotovelada com o seu braço direito na barriga do cavaleiro de ouro, mas Máscara da morte mete o seu braço a tempo, mas Matias evita acertar com o seu cotovelo e vira-se para a direita, para acertar com um soco de esquerda no rosto do cavaleiro de ouro. Máscara da Morte mete a mão no seu rosto para limpar o sangue da sua boca, enquanto que Matias com um ar sério diz “ É verdade, mas mesmo assim, o teu corpo não está cem por cento protegido!”

Matias cruza os seus braços e faz aparecer nas suas mãos os seus pedaços de cristal afiados para depois lança-los a Máscara da Morte, Gritando “DARDOS DE CRISTAL!”, o cavaleiro de ouro dá uma cambalhota para a direita e corre em direcção a Matias e acerta com um pontapé na cara do aprendiz. Matias é lançado ao chão, após ser vítima do potente golpe do cavaleiro de ouro. Ele levanta-se agarrando no seu queixo, enquanto que Máscara da morte corre de novo em sua direcção para lhe acertar com uma joelhada na cara que o manda para uma parede de uma casa. Máscara da morte aproxima-se Matias num só segundo e acerta-lhe com centenas de socos no tórax e na barriga, fazendo com que a casa arrebenta-se devido ao impacto dos socos.

O cavaleiro de câncer agarra em Matias pelo colarinho da sua camiseta e levanta-o com um punho pronto para acertar nele. Com um sorriso malicioso, Máscara da Morte diz “Morre!” e prepara-se para lançar um soco, até que Matias agarra no punho do cavaleiro de ouro com uma mão e com outra, ele mete o palmo da sua mão livre ao pé do peito de Máscara da Morte, gritando “ESTRELA FLAMEJANTE!”, para invocar uma bola de fogo que explode por completo no peito do cavaleiro de ouro devido á pressão entre a mão de Matias e o peito de Mascara da morte. Levando a uma pequena explosão que separa Matias de Máscara da Morte.

Matias levanta-se lentamente, ouvindo gargalhadas do seu adversário. “ Nada mau, mas isso não é o suficiente para derrotar um cavaleiro de ouro!” Grita Máscara da morte ao meter-se numa posse de combate. Ele fecha os seus punhos numa forma semelhante a pinças de um caranguejo. Matias levanta-se com um ar preocupado com o que poderá acontecer. “ Vou mostrar-te a técnica que uso para retirar as cabeças dos meus adversários, para logo ficar com elas como troféus: PINÇA DA MORTE!”

Máscara da morte move-se á velocidade da luz, acertando com golpes afiados, semelhantes a tesouras. Matias esquiva-se a tempo de um golpe que quase acertava no seu pescoço, acabando por dar-lhe uma ferida no lado direito do seu rosto.

Mascara da morte consegue acertar com um golpe na outra protecção de ombro de Matias, seguindo-se de dois golpes em forma de X no seu peito, levando a que ele fica-se com um golpe em forma de X na sua camiseta.

Máscara da morte corre de novo em direcção a Matias e passa por, dando um golpe na sua perna direita e no seu ombro esquerdo, a seguir, ele aproxima-se do jovem aprendiz e prepara-se para espetar as suas mãos no coração de Matias, mas este agarra nas mãos de máscara da Morte a tempo e utiliza a força dele para o arremessar ao chão, e depois ele roda para acertar com uma cotovelada no adversário, até que Câncer vira-se para a esquerda e levanta-se rapidamente.

“Bravo, numa esperei eu um mero aprendiz conseguisse resistir-me, mais que cinco segundos” diz Máscara da Morte com o seu sorriso doentio de sempre, enquanto que Matias se levanta e encara-o mais uma vez “ Devo confessar que também te subestimei, mas de uma maneira ou de outra, eu juro que vais pagar pelo que fizeste á população da aldeia, prepara-te Mascara da Morte!”

Matias corre em direcção a Máscara da Morte e recomeça a trocar socos e pontapés com o cavaleiro de ouro, até que Matias dá uma cambalhota para traz e acende o seu cosmos.

“Prepara-te para conhecer a minha técnica secreta que tenho andado a desenvolver!”

As mãos de Matias entram em chamas ao mesmo tempo que ele roda os seus braços para junta-los na posição de tenshou honretsu utilizada pelo Kenshiro de Hokuto no ken, mas com as suas mais próximas para acertar com uma rajada espiral de chamas, gritando “DERRADEIRA ESTRELA FLAMEJANTE!”

A potente rajada de chamas acerta em Máscara da morte, empurrando-o a uma casa. O golpe faz com que a casa expluda em chamas. “Consegui!”, diz Matias contente após acertar com o seu golpe no cavaleiro de ouro, bom humor que acaba após aparecer uma silhueta nas chamas. Era Mascara da morte com a sua capa toda queimada, o seu rosto e a sua pele cheia de marcas de queimadura, mas de resto a sua armadura estava intacta, apesar dele estar a tossir.

“Nada má essa técnica, mas não são meras chamas que me irão matar.” Diz Mascara da Morte a coxear.

“Como é que sobreviveste a tamanha explosão?” Pergunta Matias em choque. “Simples, nunca conseguirás matar, enquanto estiver a utilizar a armadura de Câncer. Agora é a minha vez de brincar. Selamento de almas!”

Máscara da Morte invoca um selo de energia em toda a aldeia, prendendo a ele e a Matias na aldeia. “Prepara-te para conhecer o verdadeiro poder dos cavaleiros de Câncer. Almas seladas, juntem-se a mim!”

As almas dos mortos saem dos seus supostos cadáveres e reúnem-se perante Máscara da Morte. Matias observa as almas em choque. “Este é o verdadeiro poder da constelação de Câncer, a mestria perante os mortos e as almas.”

“Se este é o teu poder então demonstra-o!” Grita Matias em estado de alerta, enquanto que Mascara da Morte prepara-se para atacar.

“Almas, ataquem o meu inimigo!”. As almas manipuladas por Mascara da Morte convertem-se em vários raios de luz verdes que vão bombardeando Matias. Matias dá uma cambalhota para trás, esquivando-se de três que o iam atingir pelo ar. Depois, uma dezena de raios verdes circulam o jovem, tentando ataca-lo. Matias tenta se esquivar, saltando pelo ar, que, devido a se esquivar, as almas juntam-se formando uma esfera de energia que atacam Matias pelo ar,

Matias é atingido, levando com uma sensação semelhante a ser electrocutado e ao congelamento do seu corpo, o pior era que sentia arrepios na espinha. As almas em vez de explodirem, separam-se e juntam-se a mais almas que se tornam varias esferas de energia que encurralam-no.

“O que é isto?” pergunta Matias chocado. “O selamento de almas serve para bloquear as almas dos mortos para que cheguem ao purgatório, ficando uma espécie de almas penadas. Com o meu cosmos eu consigo manipula-las como se fossem minhas armas.”

Matias ao ouvir o cavaleiro de ouro enche-se mais uma vez de raiva levando-o a gritar “JÁ NÃO BASTA TERES EXECUTADO ESTAS PESSOAS, AGORA NEM DEIXAS QUE AS SUAS ALMAS DESCANSEM EM PAZ! COMO PODES SER TÃO CRUEL!?”

“Eu, cruel? Que eu saiba a técnica que utilizei, o pulsar da morte fez com que acaba-se com as suas vidas de uma maneira rápida e limpa. Ninguém sofreu, ao contrário de ti que sentiste a energia de almas condenadas no teu próprio corpo. Vou dar-te um conselho, aceita a tua morte já, porque mera escumalha não merece o teu sofrimento.” Diz Mascara da Morte num tom sério e obscuro.

“Escumalha? Eu conheci estes aldeões e acompanhei as experiências do professor Arquimedes. Eram boa gente, boa gente que não merecia o que lhes estás a fazer!” grita Matias num tom que junta toda a sal raiva e tristeza.

“Seja como for, não digas que não te avisei. Almas unam-se para o ataque final!” Grita Mascara da morte, levando a que as almas dos aldeões se juntassem no ar e formassem uma potente rajada de energia. Matias para tentar contra-atacar, tenta a derradeira estrela flamejante, dando origem a uma explosão que anula o ataque, mas algo de estranho acontece, as almas reaparecem.

“Imbecil, ninguém pode destruir almas, elas são indestrutíveis!” Grita Mascara da Morte, dando gargalhadas maléficas. Matias fica horrorizado ao ouvir a resposta do seu adversário. Como é que ele pode derrotar alguém que utiliza como arma um recurso de energia infinita? A sua mente estava em estado de alerta, tentando lembrar-se de algo que possa utilizar contra Mascara da Morte, mas era em vão, a duvida estava a encher-se na sua mente.

“ Bom, esta luta foi bela, mas tem que acabar. Prepara-te para ver a minha melhor técnica de manipulação espiritual.” Mascara da morte junta as suas mãos, produzindo uma esfera de energia cósmica dourada que absorve as almas todas, convertendo a esfera cósmica numa esfera de energia verde e dourada , com faíscas vermelhas. “ prepara-te. EXECUÇAO ESPIRITUAL!”

Mascara da Morte empurra a energia que juntou, estilo como o Raoh de Hokuto no ken lança a sua Hokuto go sho há, em direcção a Matias, que num acto de sobrevivência, lança a sua rajada de chamas, gritando “DERRADEIRA ESTRELA FLAMENJANTE!”, entrando num confronto de energias, mas a rajada de chamas é facilmente derrotada pela técnica do cavaleiro de ouro, fazendo com que Matias seja atingido por ela. Matias cai no chão, num estado perto da morte. Neste estado, ele ouve varias vozes.

“MATIAS!” Grita uma delas e reconhece ser do professor Arquimedes.

“Professor, eu falhei. Não consegui protege-lo, nem a si, nem á Anne, nem á aldeia toda. Sou um inútil. Nunca devia ter avisado o santuário sobre a ordem dos imortais. Alias, nunca devia ter acreditado no santuário.” Diz Matias num tom triste.

“A culpa não é tua, meu jovem. Tentaste tudo o que tinhas por nós.” Do nada mais uma voz de uma criança pequena ouve-se a chorar. “ Por favor, não morras!”

“Anne.” Diz Matias surpreso. “Como posso sobreviver a tamanha técnica?”

“Para que tanto medo de uma técnica?” Ouve-se uma voz familiar a Matias.

“Mestre?” Pergunta Matias chocado. “Mestre, onde você está?!”

“Estarei sempre contigo meu aluno. Levanta-te!” Grita Otelo ao seu aluno.

“Não consigo mestre, mesmo que conseguisse, nunca conseguiria vence-lo.” Diz Matias num ar desesperado.

“Como é que sabes se não tentares? Lembra-te do segredo dos cavaleiros de ouro, o 7º sentido. Sei que treinaste para controla-lo.” Alerta Otelo ao seu aluno.

“É verdade, com ele posso fazer milagres, mas eu ainda não consigo controla-lo tão bem como um cavaleiro de ouro.”Diz Matias ao seu mestre.

“Lembra-te meu filho, á que ter fé.” Diz o espírito de Otelo ao seu aluno moribundo. Matias lembra-se do seu mestre: que este alem de ter-lhe ensinado tudo o que sabe, o adoptou quando era bebé, criou como se fosse seu filho e lembra-se da dor de o ver morrer ao ser assassinado á sua frente.

Máscara da morte vira-se de costas para Matias e preparava-se para se ir embora até que ele sente uma forte energia cósmica.

“O que, ele continua vivo?” Diz o cavaleiro de Câncer mentalmente. “ Como pode ter sobrevivido á execução espiritual?”

Matias levanta-se lentamente e faz com que o seu cosmos arda numa grande intensidade que faz com que a sua camiseta seja toda destruída. A intensidade era tão grande que aprecia chocar Máscara da Morte.

“Essa tua ressurreição não me mete medo!” Máscara da Morte mais uma vez junta as almas para formar uma esfera de energia cósmica dourada e verde com relâmpagos vermelhos, por um lado, Matias faz aparecer chamas vermelhas e douradas como relâmpagos azuis nas suas mãos. “É incrível as suas chamas mudaram de cor. É como se o seu cosmo chega-se ao sue extremo.”

Máscara da morte lança a sua rajada de energia cósmica com almas, gritando “ Execução de almas!”, enquanto que Matias lança uma rajada de energia de chamas em espiral vermelhas e douradas com relâmpagos azuis, gritando “derradeira estrela flamejante!”

Os dois golpes chocam um com o outro, produzindo uma poderosíssima explosão que quebra o selo e destrói por completo a aldeia. Matias recupera a consciência, no chão, todo coberto de sangue, fraco, com dificuldades para se levantar. Ele tenta, mas acaba por ficar de joelhos. Do nada, ele sente uma presença cósmica toda furiosa. Era Mascara da Morte que se movia em direcção ao Matias com a sua armadura toda rachada e cheio de feridas. Ele tinha um ar furioso.

“Maldito! Não sei como é que conseguiste invocar uma pequena supernova, mas desta vez não irás mais longe. Olha só para o teu corpo! Está quase todo destruído, enquanto que o meu ainda está sem danos devido á minha armadura! Eu vou acabar contigo ao utilizar a minha técnica mais poderosa!”

Mascara da morte aponta o seu dedo indicador a Matias, produzindo relâmpagos nele. “ONDAS DO INFERNO!”

Quando Mascara da Morte se preparava para atacar, um relâmpago dourado atinge o seu caminho. “ ALTO!” Grita um individuo que trajava consigo uma armadura dourada. Ele tinha cabelos castanhos e olhos azuis.

“Não te intrometas Aiolia!” Grita Mascara da Morte ao jovem cavaleiro de leão. “ O santuário deu-me ordens para que a vida deste aprendiz fosse poupada!”

“ Nunca! Este rebelde ousou alcançar o poder de um cavaleiro de ouro, dai que merece ser executado!”

“Vais desobedecer o santuário Mascara Da Morte? Pior que isso, vais desafiar-me? A outro cavaleiro de ouro, e ainda pior que isso, alguém que ainda está pronto para combater?” Interroga o irmão mais novo de Aioros ao encarar o sádico Mascara da Morte. Do nada mais dois cavaleiros de ouro aparecem como se fossem teleportados: um tinha cabelos roxos e continha uma armadura com chifres de um carneiro em cima da sua protecção de ombros e tinha dois pontos na sua testa, o outro era um homem gigante, com mais de dois metros, mas com um ar amigável. Ele tinha um elmo que parecia ter os chifres de um touro.

“Ele está aqui!” diz Mú ao aproximar-se de Matias, enquanto que o homem grande levanta-o e retira-o dali.

“Al…Aldebaran?!” Diz Matias num tom de voz fraco. “Descansa um pouco meu irmão.” Diz o amigável cavaleiro de touro. Ele pousa-o num sítio seguro onde Mú utiliza o seu cosmos para regenerar o ferido Matias. Matias levanta-se regenerado, mas com um ar estranho.

“Com que então, o santuário quer-me vivo?” Pergunta Matias surpreso. “Sim. O mestre Arles que estava a substituir o grande mestre Shion, enviou-me a mim, ao Aiolia e ao Aldebaran para socorrer-te.”

“ E AS PESSOAS DA ALDEIA?! ELAS NÃO MERECIAM SER SALVAS?!” Grita Matias furioso.

“Matias, tem calma” Diz Mú, tentando acalmar o seu amigo. Aiolia aproxima-se deles, encarando Máscara da Morte.

“ COMO QUERES QUE FIQUE CALMO MÚ?! VISTE O QUE ELE FEZ AQUELAS PESSOAS TODAS?! ELE ATÉ UTILIZOU AS SUAS PROPRIAS ALMAS COMO SE FOSSEM UM BRINQUEDO!!” Grita Matias, cada vez mais furioso.

“ Tenta compreender, o santuário decidiu isto pelo bem da humanidade. Sabes bem que a cosmo energia manipulada por todas as pessoas pode levar a uma nova guerra que poderá levar ao apocalipse.” Diz Aiolia, apesar de também considerar a execução da aldeia algo exagerado.

“ A sério? Então e as crianças? Elas não podiam ter sido treinadas para se tornarem cavaleiros?” Pergunta Matias a Aiolia num tom ainda furioso.

“ E ACHAS QUE EU QUERIA QUE ISSO ACONTECESSE?” Grita Aiolia com um ar furioso. “ ACHAS QUE NÃO CONFIO EM TI PARA SABER SE A POPULAÇÃO ERA INOCENTE OU NÃO?!”

“ ENTÃO PORQUE É QUE NÃO VIERAM MAIS CEDO?! E SE VOCES SÃO OS GUARDEÃES DA JUSTIÇAO, PORQUE É QUE NÃO REVOLTAM-SE COTNA O SANTUARIO NESTA SITUAÇOES?”

Matias faz esta pergunta aos cavaleiros de ouro, mas não recebe resposta. Á silencio até que Matias diz, “Então se esta é a justiça dos cavaleiros de Atena, então só me resta deixar-vos.”

“Espere Matias!” Grita Aldebaran, tentando impedir eu o seu amigo vá se embora.

“ Deixa-o ir, afinal se é o que ele sente.” Diz Aiolia, virando-se a seguir a Matias “Vais levar o pergaminho?”

“Vou.”, Responde Matias. “Esta foi a missão que me deu o meu mestre.”

“Então vai.” Diz Aiolia, deixando que Matias fuja do que sobrou da aldeia. Foi dai que um aprendiz de cavaleiro conseguiu abandonar o santuário.

Matias volta ao presente, observando a campa de Mascara da Morte depois de recordar como tudo começou.

Fim. Pois, foi o fim da fanfic. Eu originalmente ia escrever mais, mas acabei por não continua-la. Do que leram deste arco, o ue é que acharam?
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Hugo

 





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MensagemAssunto: Re: "O espadachim de cristal", uma fanfic minha abandonada de saint seiya   Sab Set 17, 2011 1:26 pm

Eu gostei muito.

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MensagemAssunto: Re: "O espadachim de cristal", uma fanfic minha abandonada de saint seiya   Hoje à(s) 12:06 am

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"O espadachim de cristal", uma fanfic minha abandonada de saint seiya

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